Cinema, até que enfim!

no dia 15 de maio de 2010

Inacreditavelmente só hoje fui ver o filme do Chico Xavier. Queria muito ter ido antes, mas a incompatibilidade geográfica minha com meu marido nos impediu de por em prática esse programinha tão simples para casais que moram na mesma cidade. E como queríamos assistir ao filme juntos, esperamos até hoje.

Eu não sou nenhuma especialista, por isso não faço crítica, só dou opinião mesmo e asseguro que o filme atendeu a todas as minhas expectativas. Consegui até esquecer da Ivone e da Dora quando vi as interpretações angelicais de Letícia Sabatela e Giovanna Antonelli. Estavam ótimas!

As adaptações aos tempos antigos da cidade de Pedro Leopoldo também foram muito convincentes e para mim os três atores transmitiram a leveza da personalidade de Chico Xavier, ou pelo menos aquela que eu imagino que ele tem. A simplicidade das casinhas com aquelas árvores floridas na porta trouxe encantamento e nem mesmo quando na infância ele sofria maus tratos, o filme se tornou denso ou dramático.

É claro que não se pode retratar toda a obra ou mesmo quem foi Chico Xavier em apenas um filme com duas horas de duração, mas a homenagem foi justa, e muito mais do que simplesmente enaltecer a figura do médium, desejo muito que o filme possa contagiar muitas pessoas com o seu exemplo, seu modo de ser, sua humildade, serenidade e amor ao próximo.

Alguns valores não dependem de religião, e mesmo quem não é espírita ou não acredita na comunicação com os "mortos" pode ser mais feliz praticando a bondade sem esperar nada em troca.


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