Mensagem para o novo ano

no dia 10 de janeiro de 2012

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Já viram como de uns anos para cá surgem no mercado livros e manuais sobre como ser feliz? Será que desaprendemos a fazer isso por nós mesmos e agora temos que ter quem nos ensine o poder da simplicidade e os botões on/off da euforia, tristeza, entusiasmo e outros sentimentos?

Eu desconfio da literatura de autoajuda que promete milagres, mas filtrando os exageros a gente consegue aprender muito e obter bons resultados na prática. 


Hoje na fila do banco (programa de pobre,rs) estava relendo partes do livro Feliz por Nada, da Martha Medeiros (que nem é oficialmente classificado como autoajuda) e descobri meu texto de ano novo para vocês nessa releitura. 

Vale muuuito a pena prestar atenção nesse texto nos mínimos detalhes, imprimir e colar na porta do armário para ler todos os dias. Se conseguirmos seguir pelo menos vinte por cento das regras conseguiremos mais leveza e felicidade. Ihh, já estou aqui dando conselhos...rs

Leiam e me contem depois o que acharam.

Imagem Google




Na terra do se - Martha Medeiros

Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.


Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.


Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.

Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de seus devotos.

Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor (e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.

Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.

Se fôssemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismos.

Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.

Se todos lessem bons livros.

Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro dos armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.

Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.

Se mudássemos o foco e concluíssemos que infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.

Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.

Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.

Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.

Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.

Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.

Se.

...

Ah, quer ver uma mensagem suuuper bonitinha e apaixonante que pode ser de ano novo todo ano e todo dia? Vá até o blog da Rejane, bem aqui. Eu juro que você nunca mais vai abandonar o blog Casa, Corpo e Cia. Cada clique é uma overdose de fofura e delicadeza.

Grande beijo e boa semana para nós.

Viagem a dois - parte 1

no dia 8 de janeiro de 2012

Promessa é dívida! Vim mostrar nossa viagem para vocês. Tá, nem é porque prometi, é porque gosto mesmo...rs

Essa foi uma viagem muito planejada e sonhada nesses últimos seis meses, porém às vésperas de sairmos, como todos sabem, houve o falecimento do meu pai. Claro que se isso fosse mudar alguma coisa, preferia nunca mais viajar para lugar algum, mas ficarmos em casa não alteraria nada, então resolvemos ir, depois de conversar com a família.

Saímos de casa dia 23 e após passada rápida em Itumbiara e uma noite em São José do Rio Preto-SP, chegamos a uma Curitiba chuvosa e um pouco fria. Era véspera de Natal e achar um lugar aberto para jantarmos foi bem difícil. No domingo cedo saímos para dar uma volta na cidade para logo depois seguir para Santa Catarina. 

Eis que no nosso caminho, num trânsito bem paradão do dia de Natal, surge um motorista negligente falando ao celular e bateu no nosso carro parado no sinal. Estávamos indo ao Jardim Botânico. Estávamos. Esse incidente acabou com nosso dia e com nosso ânimo, pois sabemos que esse negócio de Boletim de Ocorrência, seguro e posteriormente concessionária são chateações e perda de tempo. 

Tentamos, tentamos e não conseguimos sair de Curitiba no domingo, só na segunda.

Igreja do Rosário - Curitiba-PR (única foto que tenho na cidade)

Em seguida chegamos em Pomerode-SC. Quer dizer, em seguida depois de horas rodando, né? Mas isso não é chato, é até bom pois vamos vendo as paisagens e conversando. Eu vendo revistas e navegando, quando tem sinal. E se vemos algo interessante paramos, olhamos, tiramos fotos, compramos...


Pomerode é muito lindinha, parece saída diretamente de um desenho infantil. Casas com cortininhas, ritmo de interior mesmo, só que interior da Alemanha dentro do Brasil.




Lá visitamos a Behling, que produz coisas em madeira: (não compramos nada, já tínhamos umas coisas que Sílvio comprou da vez que foi a trabalho)



Nós somos o tipo de turista que entra no clima, tira foto com plaquinha indicativa, bonequinhos, traje típico e o que vier, afinal férias e viagem pra ficar sério é melhor então ficar em casa, né? rs

Na parte inferior da loja existe um pequeno museu, onde tinha, entre outras coisas, essa bike novinha. rs

Em Pomerode ainda visitamos a loja de fábrica das Porcelanas Schmidt, que tem coisas lindas e com preço acessível. Claro, tem coisa para todo bolso. Achei muito fofo esse conjunto com lavandinhas, mas não a ponto de enfiar no carro e trazer para Goiás. Sou contida? rs


Há também as peças com pequenas imperfeições, quase imperceptíveis às vezes, que são vendidas com ótimos descontos. 


Agora olha a foto abaixo imagina o que é:




É uma árvore de Páscoa. Vocês já ouviram falar nisso? Aqui em Goiás não temos costume de enfeitar tanto a casa para a Páscoa, no máximo uma guirlandinha e olhe lá. Segundo a moça da loja naquela região eles enfeitam tudo como se Natal fosse. Novidade para mim isso, mas achei fofo.


Aliás, tudo em Pomerode é fofo, parecendo aquelas casa de avó de novela, sabe? Essa é a loja em que estava a árvore de Páscoa: (esqueci o nome da loja, sorry!)

E por fim fomos até Blumenau, na Vila Germânica. Gostamos muito do local, tudo muito bonito e organizado, mas não me mandem ir lá na época da October Fest, juro que não vou! rs



Como eu previa, esse post está ficando imenso, então vou dividir em duas partes. 


Posto a parte da Serra Gaúcha em seguida, mas voltem para ver a segunda parte. Tem fotos lindas e babados fortíssimos (tá, a parte do babado estou inventando para ser sensacionalista, mas voltam assim mesmo???? rs).


Agradeço muito à fofíssima Tays Rocha, que me ligou duas vezes, foi super prestativa com relação ao incidente do carro e quis nos levar até para dormir na casa dela, mas acabamos não tendo como nos encontrar, essa foi a coisa mais frustrante nisso tudo. Quem sabe da próxima?


Beijos, bom domingo e até o próximo capítulo.




Links:


Pomerode (site da cidade)
Behling
Porcelana Schmidt 









Voltei!

no dia 6 de janeiro de 2012

Nada como uns dias de férias para dar uma revigorada e ânimo nas nossas vidas, não é mesmo?

Planejamos uma viagem de carro, saindo de Goiânia, passando por vários locais e indo parar na Serra Gaúcha, vejam:


(o percurso não foi exatamente esse,
 fizemos variações que vou contar
no próximo post)

Foi uma viagem ótima. Chegamos hoje com muita coisa para organizar ainda em casa, prometo contar tudinho nos próximos dias, hoje só vim dizer que voltei à ativa bloguística e que estou morrendo de saudades de dividir minha vida nesse espaço.

Abaixo uma foto da viagem, eu e o Sílvio em Gramado. Todo mundo tira foto aí, né? rs ... 



Grande beijo.




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