Quem faz moda para vender, aquela moda usada por mulheres reais, fora das passarelas, já descobriu há muito tempo que as magras não estão entre a maioria das consumidoras e deram um jeito de ultrapassar as fronteiras do número 40 e do tamanho M.
Então você aí, que se mata na esteira e na hidroginástica e não perde um grama sequer, mas que quando come uma azeitona ganha cinco quilos de pneus, não precisa mais se jogar de um precipício! Foi-se o tempo em que as fofinhas só tinham a opção de mandar fazer um saco beeeem largo com um buraco para a cabeça e membros e se jogar na falta de vaidade de vez. Nunca mais vamos pensar em nos vestir com uma capinha florida de botijão daquelas vendidas nas revistinhas da Hermes...
Sou muito a favor de uma vida saudável não só por vaidade, mas por questão de sobrevivência mesmo, mas depois da pessoa estar metros e metros de tecido longe do que julga ser o adequado, vai fazer o que? Eu respondo: ficar maravilhosa! Sim! Dá pra consumir sem lidar com aquelas roupas apertadas, banhas sobrando pra tudo que é lado! E quer saber? Dá pra ficar leeeeenda sim! Não sou nenhum pouco fashionista, esse assunto só me despertou porque fui às compras essa semana para as festas de fim de ano e sofri até achar o paraíso: um lugar com vestidos lindos tamanho G e GG. A propósito, eu uso 46.
Não vou mostrar minhas roupitas novas aqui no blog antes mesmo de estrear, néah, mas querem ver alguns exemplos que encontrei aqui mesmo na net? (imagens do Google)
Conclusão:
É claro que ninguém amanhece um dia e diz para si mesma: vou comer até ficar manequim 50 porque é meu objetivo de vida! Não é isso. O que eu quis mostrar é que não precisamos esperar o regime fazer efeito para começarmos a gostar de nós mesmas.
Concordam?
A gente pode ser toda trabalhada na fofura e ainda assim arrasar meio mundo? Claro que pode!
Alguém aí ainda está com vontade de exibir a magreza da Vic Beckham?
Conclusão:
É claro que ninguém amanhece um dia e diz para si mesma: vou comer até ficar manequim 50 porque é meu objetivo de vida! Não é isso. O que eu quis mostrar é que não precisamos esperar o regime fazer efeito para começarmos a gostar de nós mesmas.
Concordam?











